Ir para o conteúdo
  • Home
  • Quem somos
  • Serviços
    • Consultoria em Gestão
    • Auditoria Tributária
    • Inovação e Tecnologia
    • BPO Contábil
    • BPO Financeiro
    • Jurídico
      • Jurídico Tributário
      • Jurídico Trabalhista
    • UP! Talentos
    • Laboratório de Startup
  • Blog
  • Contato
  • Jornada de Crescimento
  • Trabalhe Conosco
  • Ouvidoria
  • Home
  • Quem somos
  • Serviços
    • Consultoria em Gestão
    • Auditoria Tributária
    • Inovação e Tecnologia
    • BPO Contábil
    • BPO Financeiro
    • Jurídico
      • Jurídico Tributário
      • Jurídico Trabalhista
    • UP! Talentos
    • Laboratório de Startup
  • Blog
  • Contato
  • Jornada de Crescimento
  • Trabalhe Conosco
  • Ouvidoria
Mudanças da Reforma Tributária 2026

Descomplicando a Reforma Tributária

O que mudou e o que sua empresa precisa entender agora?

A Reforma Tributária já começou a fazer parte da rotina das empresas brasileiras. Em 2026, o país entrou no período de testes e adaptação do novo modelo, enquanto empresas, contadores e gestores precisam se preparar para mudanças que ganham força a partir de 2027.

Para quem acompanha o tema de perto, são muitas siglas, datas e regras diferentes: CBS, IBS, Simples Nacional, regime regular, CNPJ para pessoas físicas, MEI, Split Payment e por aí vai…

E é justamente aí que surgem as dúvidas.

O que realmente mudou? O que já precisa ser feito? O que ainda está por vir? E, principalmente, o que cada empresa precisa avaliar antes de tomar uma decisão?

Depois da nossa live sobre a Reforma Tributária, reunimos alguns dos principais pontos discutidos para explicar o cenário de forma mais direta e prática.

2026: o ano de adaptação ao novo modelo

Em 2026, CBS e IBS entraram no período de teste. A Receita Federal estabeleceu a emissão de documentos fiscais eletrônicos com destaque dos novos tributos, seguindo os leiautes e regras definidos para cada documento.

Na prática, este é um momento importante para as empresas ajustarem sistemas, processos fiscais e controles internos.

A substituição dos tributos atuais, porém, não acontece de uma vez.

O PIS e a Cofins dão lugar à CBS, enquanto o IBS entra gradualmente no lugar do ICMS e do ISS. O IPI também passa por mudanças dentro do cronograma da reforma. A transição seguirá etapas até 2033, quando o novo modelo estará integralmente vigente.

Por isso, 2026 deve ser encarado como um período de preparação. É o momento de entender como as mudanças podem afetar preços, créditos tributários, fluxo de caixa, sistemas e decisões comerciais.

E o Simples Nacional? A decisão para 2027 já começou

Esse é um dos pontos que merecem atenção imediata.

Em setembro de 2026, as empresas já precisam avaliar sua situação para 2027. O prazo para opção pelo Simples Nacional e para escolha do modelo de recolhimento da CBS e do IBS vai de 1º a 30 de setembro de 2026.

Para quem já está no Simples Nacional, surge uma possibilidade diferente com a reforma.

A empresa pode permanecer no Simples e manter CBS e IBS dentro do recolhimento unificado. Essa é a chamada opção pelo Simples Nacional “puro”.

Também existe a possibilidade de permanecer no Simples para os demais tributos e recolher CBS e IBS pelo regime regular. É o chamado Simples “híbrido”.

Essa escolha pode fazer diferença principalmente para empresas que vendem para outras empresas e precisam considerar o aproveitamento de créditos na cadeia. A própria Receita Federal orienta que a decisão seja avaliada de acordo com as características de cada negócio.

Ou seja: não existe uma escolha que possa ser aplicada igualmente a todas as empresas.

É preciso olhar para faturamento, clientes, fornecedores, operações, formação de preço e impacto financeiro antes de decidir.

Pessoa física, CNPJ e aluguel: o que está mudando?

Outro assunto que gerou muitas dúvidas durante a nossa live foi a relação entre pessoa física, CNPJ e as novas obrigações fiscais.

A Reforma Tributária prevê situações em que pessoas físicas contribuintes ou responsáveis tributárias precisarão de inscrição no CNPJ para fins relacionados à CBS e emissão de documentos fiscais.

Mas existe uma informação importante: essa obrigatoriedade, que estava prevista para antes, foi prorrogada para 1º de janeiro de 2027, dando mais tempo para adaptação.

Isso não significa que toda pessoa física passará automaticamente a ter uma empresa ou que qualquer pessoa que receba aluguel precisará abrir um CNPJ.

As regras dependem da condição do contribuinte e da atividade exercida.

Por isso, especialmente para quem possui imóveis e recebe rendimentos de aluguel, vale analisar a situação individualmente antes de tomar qualquer decisão.

MEI: quando ainda faz sentido permanecer?

O MEI continua com tratamento próprio dentro da Reforma Tributária.

A Receita Federal esclarece que o MEI não terá, para CBS e IBS, a opção entre o modelo “puro” e o modelo híbrido aplicável às empresas do Simples Nacional. Para o MEI, o período de opção ou permanência continua sendo tratado dentro do calendário próprio do regime.

Na prática, a pergunta não deveria ser simplesmente “o MEI vai acabar?”.

A questão é entender se o MEI continua adequado à realidade daquela atividade.

Faturamento, atividade permitida, estrutura do negócio, clientes, necessidade de emissão fiscal e perspectiva de crescimento são alguns dos pontos que precisam entrar nessa análise.

Se a empresa está crescendo e o modelo atual já não acompanha sua operação, pode ser necessário avaliar outras alternativas.

Simples tradicional ou híbrido: qual é a diferença?

A principal diferença está justamente na forma como CBS e IBS serão recolhidos.

No modelo tradicional, ou “puro”, esses tributos permanecem dentro da sistemática do Simples Nacional.

No modelo híbrido, a empresa continua no Simples para os demais tributos, mas recolhe CBS e IBS pelas regras do regime regular.

Essa segunda alternativa pode ser relevante em determinadas operações B2B, especialmente quando o aproveitamento de créditos pelos clientes influencia a relação comercial.

Por isso, a decisão precisa sair da lógica de “qual regime paga menos?” e considerar a operação completa da empresa.

Lucro Real ou Lucro Presumido: existe um melhor?

Essa é uma dúvida antiga que ganha ainda mais importância em um cenário de mudanças tributárias.

No Lucro Presumido, a tributação do IRPJ e da CSLL parte de uma margem de lucro presumida pela legislação, aplicada sobre determinadas receitas.

Já no Lucro Real, a apuração considera o lucro efetivamente ajustado de acordo com as regras fiscais.

A diferença pode fazer com que a carga tributária seja bastante diferente de uma empresa para outra.

Por isso, não existe uma resposta universal para a pergunta “qual compensa mais?”.

Uma empresa com determinada margem, estrutura de custos e perfil de operação pode ter uma realidade completamente diferente de outra que atua no mesmo setor.

O caminho mais seguro é comparar cenários com números reais da empresa antes de escolher ou manter um regime tributário.

E o Split Payment? Ainda vai acontecer?

A resposta mais simples é SIM, mas ainda não começará a ser aplicado agora! Seu modelo foi adiado novamente por questões técnicas e devido a complexidade desta movimentação e a nova previsão é que ele seja colocado em prática somente em 2028.

De forma simples, o Split Payment é um mecanismo em que os valores correspondentes ao IBS e à CBS são segregados no momento da liquidação financeira da operação, com participação dos prestadores de serviços de pagamento.

Por hora, não há exigência de preenchimento ou utilização dos campos de Split Payment em produção pelas empresas.

A documentação técnica atual prevê o inicio da implementação a partir de 2027, de forma gradual, com etapas pré-definidas pela regulamentação.

Portanto, o tema merece acompanhamento e preparação dos sistemas, mas não deve ser tratado como uma obrigação operacional já vigente para as empresas em 2026.

Reforma Tributária: o melhor momento para começar a se preparar é agora!

A Reforma Tributária vai mudar processos que estão presentes no dia a dia das empresas: emissão fiscal, formação de preços, aproveitamento de créditos, fluxo financeiro, relacionamento com clientes e fornecedores e escolhas tributárias.

Por isso, acompanhar apenas a mudança das alíquotas não será suficiente.

Cada empresa precisa entender como as novas regras se relacionam com sua própria operação.

Foi justamente esse o objetivo da nossa live: trazer o tema para a realidade dos empresários e responder às dúvidas que surgem quando a legislação começa a chegar na prática.

E sabemos que muitas perguntas não cabem em uma única transmissão.

Se sua empresa ainda precisa entender como a Reforma Tributária pode afetar sua operação, fale com o time da Integrale.

Nossa equipe pode ajudar sua empresa a analisar o cenário atual, avaliar alternativas e se preparar para as próximas etapas da transição com mais clareza e segurança.

Compartilhe

Conteúdos relacionados

Quanto custa tomar uma decisão tributária sem simular os cenários?

Leia mais »
Quais as mudanças no Simples Nacional?

O Simples Nacional vai mudar? Entenda o que sua empresa precisa acompanhar

Leia mais »
O faturamento aumentou! Mas a sua empresa está preparada para sustentá-lo

O Faturamento Aumentou! Mas a sua empresa está preparada para sustentá-lo?

Leia mais »

Cadastre-se em nossa Newsletter

Mudanças da Reforma Tributária 2026
  • 21/09/2026

Descomplicando a Reforma Tributária

O que mudou e o que sua empresa precisa entender... leia mais
Reforma tributária
  • 24/08/2026

Reforma Tributária: a mudança já começou. O que a sua empresa tem feito a respeito?

Crescer é uma das principais metas de qualquer empresa. Aumentar... leia mais
  • 17/08/2026

Como estruturar uma empresa para crescer? 7 pontos que precisam acompanhar a expansão do negócio

Crescer é uma das principais metas de qualquer empresa. Aumentar... leia mais

Serviços

  • Consultoria em Gestão
  • Auditoria Tributária
  • Inovação e tecnologia
  • BPO Contábil
  • BPO Financeiro
  • Jurídico
  • Laboratório de Startups
  • Trabalhe Conosco
  • Termos de Uso

NOSSAS UNIDADES

  • Rua Dr. Laudelino de Abreu, 313 | Centro | 17.201-260 | Jaú-SP
  • Av. Roque Petroni Junior, 850, sala 192, Torre Bacaetava | Brooklin | 04.707-000 | São Paulo - SP

CERTIFICAÇÕES

Facebook Instagram Linkedin Youtube
Envie um e-mail
  • INTEGRALE GESTAO EMPRESARIAL LTDA
  • 15.684.914/0001-96
  • Copyright ©2026 - todos os direitos reservados - Integrale

Desenvolvido por @agenciaonly!